Automação de workflows entre plataformas legadas
Automação e integração de workflows entre plataformas legadas, atendendo 5 prefeituras do interior paulista.
Engenharia de automação e IA aplicada
A Damatech integra atendimento, ocorrências, documentos e sistemas logísticos para reduzir retrabalho, melhorar a rastreabilidade e dar mais controle à operação. Sem trocar o TMS, o WMS ou o ERP que você já roda: a automação entra por cima do que já funciona.
Em resumo
Para logística, a Damatech conecta ERP, TMS, WMS, planilhas e canais de atendimento, automatiza status e ocorrências, e aplica IA com RAG sobre manuais, contratos e procedimentos, sem exigir a troca dos sistemas atuais.
Onde a operação trava
Numa operação logística, o dado nasce em todo lugar: o motorista manda foto no WhatsApp, o cliente abre ocorrência por e-mail, o status mora no TMS, o comprovante fica numa pasta e o controle de SLA acaba numa planilha que alguém atualiza quando dá. Quando esses pontos não conversam, sobra trabalho de gente juntando o que o sistema deveria juntar sozinho.
O custo cresce no detalhe que ninguém mede: a ocorrência que demorou porque a informação estava em quatro lugares, o cliente que ligou três vezes pedindo o mesmo status, o comprovante que ninguém achou na hora da cobrança.
O custo de continuar no manual
Operar no improviso funciona até o volume apertar. Aí o que era contornável vira gargalo: SLA furado porque ninguém viu a texto a tempo, cobrança travada porque faltou o comprovante, cliente que troca de transportadora porque cansou de cobrar resposta. O problema raramente é falta de esforço do time, é falta de um fluxo que não dependa de alguém lembrar.
E a falta de rastreabilidade cobra duas vezes: na operação do dia a dia e na hora de provar o que aconteceu. Sem registro do que rodou, quando e com qual dado, toda disputa com cliente vira a sua palavra contra a dele.
Como a Damatech resolve
O caminho não é trocar a sua operação, é conectá-la. A gente integra ERP, TMS, WMS, planilhas e os canais de atendimento que você já usa, e o dado passa a viajar entre eles sozinho. Status atualiza onde precisa, ocorrência abre e caminha por um fluxo com registro, e o atendimento responde com o contexto na tela, não procurando em quatro lugares.
Em cima disso entra a IA aplicada ao seu material: um agente que consulta manual, contrato, política e procedimento e responde com rastreabilidade, via RAG. O time para de garimpar informação e a operação ganha um fluxo auditável, com o mesmo rigor que a gente aplica em ambiente de banco e governo.
Exemplos de automação possíveis
A gente começa pelo que se repete e pesa: o punhado de fluxos que concentra a maior parte do trabalho manual e do atrito com o cliente. Ali o retorno vem rápido, e a operação mostra o próximo passo.
Prova em produção
Automação e integração de workflows entre plataformas legadas, atendendo 5 prefeituras do interior paulista.
Comparação automática da rede de monitoramento e unificação das atividades operacionais da SP Águas, com detecção de anomalia e previsão de desastre.
Por que não só uma ferramenta pronta
Já existe ferramenta boa de TMS, de WMS, de atendimento. O problema raramente é falta de sistema, é sistema demais que não conversa. Comprar mais uma ilha desconectada adiciona licença e treinamento sem resolver o atrito, que está justamente no espaço entre as ferramentas.
O valor está na camada que liga tudo e na automação desenhada pra como a sua operação de fato roda. Quando o processo é o seu diferencial ou nenhuma ferramenta cobre o seu fluxo, vale construir sob medida em vez de torcer a operação pra caber num produto genérico.
O que muda na operação
A ocorrência para de depender de alguém juntar informação e passa a caminhar sozinha, com registro. O cliente recebe status sem precisar cobrar. O time deixa de garimpar documento e foca no que exige decisão. E a operação ganha o que faltava: visibilidade do gargalo enquanto dá pra agir, não no fechamento do mês.
Dúvidas
Não. Quase todo projeto nosso é integração: a automação roda por cima do TMS, do WMS e do ERP que você já usa, sem rip and replace. Você mantém a operação atual e ganha o fluxo automático e a rastreabilidade em cima dela.
Dá, e é o caminho mais comum. Se o seu sistema expõe uma API ou permite integração, a gente conecta ele aos demais e ao atendimento. Foi assim que automatizamos workflows entre plataformas legadas que não conversavam entre si.
Pode, com RAG. O agente busca a resposta dentro do seu manual, contrato e procedimento e responde com rastreabilidade da origem, em vez de chutar. É o que evita resposta inventada na operação.
Cada passo do fluxo fica registrado e auditável, e o desenho leva controle de acesso e LGPD desde o começo. É o mesmo rigor que a gente aplica em ambiente de banco e governo, onde dado errado e acesso indevido não são opção.
Fazemos. Você mostra onde a operação trava e a gente volta com um plano objetivo: o que dá pra integrar e automatizar, por onde começar e o resultado esperado. Se não for caso de automatizar, a gente fala na hora.
Vamos resolver isso
Mostra como ocorrência, atendimento e documento circulam hoje. A gente desenha onde integrar e o que automatizar primeiro.