Da medição do rio à operação interna, a SP Águas mais automatizada
A SP Águas, do Governo do Estado de SP, tem duas frentes onde a Damatech atua, e as duas sofriam do mesmo gargalo: trabalho que rodava na mão. No monitoramento hidrológico, a comparação entre o dado dos aparelhos e a leitura manual de campo era lenta. Na operação interna, atividades importantes viviam dispersas em fluxos separados. A Damatech automatizou o cruzamento dos dados de monitoramento e está unificando a operação num sistema só, com o repetitivo saindo das mãos da equipe.
O ponto de partida
Monitorar e operar, os dois pesando na mão
No monitoramento, o Estado roda em duas fontes de dado ao mesmo tempo: a digital, dos aparelhos nos postos que medem chuva, rio e lençol freático, e a manual, de quem vai a campo ler o medidor. Cruzar as duas, o que diz se um aparelho está confiável e onde mora a previsão de desastre, era feito posto a posto, devagar.
Na operação interna, o cenário era de dispersão: atividades importantes rodando cada uma no seu fluxo, sem um ponto único com a visão do conjunto, e tarefa repetitiva dependendo de execução manual passo a passo.
- Dado digital dos aparelhos e leitura manual de campo comparados na mão
- Defeito de equipamento e evento crítico percebidos tarde
- Atividades operacionais dispersas em fluxos separados
- Trabalho repetitivo executado manualmente
O que a Damatech entregou
Cruzamento automático no campo, operação unificada no escritório
No monitoramento, o sistema passou a comparar o dado digital e o manual automaticamente sobre toda a rede de postos. Em cima disso, identifica anomalia, detecta defeito de equipamento e antecipa chuva e desastre com eficiência muito maior, no lugar da conferência lenta na planilha.
Na operação, a Damatech reúne num só lugar as atividades que estavam dispersas e automatiza o máximo possível do que é repetitivo, somando melhorias no trabalho de campo. A equipe ganha a visão central do que antes vivia espalhado.
- Comparação automática entre a fonte digital e a manual
- Identificação de anomalia e defeito de equipamento na rede
- Antecipação de chuva e desastre
- Unificação das atividades operacionais num sistema só
- Automação do repetitivo e melhorias de campo
A engenharia por trás
Cruzamento de séries, detecção de anomalia e automação de processo
No monitoramento, a base é a ingestão e o pareamento das duas séries de dado num formato que a máquina compara de forma consistente, com detecção de anomalia separando a divergência esperada do sinal de problema, e um modelo de previsão sobre o histórico cruzado.
Na operação, o caminho é mapear e consolidar os processos dispersos num modelo único antes de automatizar, com fluxo auditável e registro do que roda. Tudo com o rigor de tratamento de dado que operação pública crítica exige.
- Ingestão e pareamento das séries digital e manual
- Detecção de anomalia e diagnóstico de defeito de equipamento
- Previsão de chuva e desastre sobre o histórico cruzado
- Consolidação e automação de processos operacionais
- Fluxo auditável, no rigor de operação de governo
Os números
O resultado em produção
- 2.484postos de monitoramento
- 60%menos tempo operacional
O que mudou
2.484 postos sob análise automática e a operação num lugar só
O monitoramento trocou a conferência manual e lenta por uma comparação automática sobre os 2.484 postos da rede, com redução expressiva do tempo operacional. O tempo que ia em cruzar dado voltou pra ação: agir sobre o equipamento com defeito e sobre o evento que a análise antecipa.
Na operação interna, projeto em andamento, a SP Águas passa a concentrar num sistema único as atividades que viviam dispersas, com o repetitivo migrando pra automação. Detectar mais cedo e operar de um lugar só é o que separa um serviço público que reage de um que se antecipa.
- 2.484 postos monitorados com comparação automática
- 60% menos tempo operacional
- Defeito de equipamento e evento crítico detectados mais cedo
- Operação interna sendo unificada e automatizada (em andamento)
Vamos resolver isso
Sua operação compara dado na mão ou roda em fluxos soltos?
Conta como o trabalho acontece hoje. A gente automatiza o cruzamento e unifica a operação num sistema só.
- Sem reunião pra marcar reunião.
- Se não fizer sentido, falamos na hora. Sem empurrar venda.
- Mesma engenharia que rodou em banco e governo.